Ás vezes a gente se pega naquela
nostalgia do dia frio... e quando se está só, é “fácil” pensar na pessoa mais
importante do mundo. Você para você mesmo.
Tem gente que fala que solidão é o ó!
Quem tem esse ponto de vista certamente nunca experimentou a própria companhia,
saber rir sozinho faz mais milagres do que uma noite de sexo e nada mais... e
isso é vero!
Na solidão existe o silêncio, existe a
beleza... é uma beleza inexplicável, é beleza que não tem batom que ouse beijar o espaço “vazio” ou cabelos belos a
fazer charme senão para si mesmo.
Porque é nela que encontramos uma coisa
fundamental para nossa existência, é nela que a auto crítica vem (quando a
gente deixa) e resolve mil caraminholas nesses cabelos possivelmente
alisados... (e quem disse que cabelo que não é liso natural é bonito?)
Estando dentro por puro e profundo
prazer, ela te faz um carinho, equilibra suas energias, o mantém forte! E olha
que para ser forte é preciso antes de tudo coragem para encarar o fato de que,
em um sábado à noite em casa, repondo o sono e descansando de uma semana que o
capitalismo criou para você... seja mais proveitosa do que sair e ser mau
atendida... sim, as pessoas estão tão solitárias nos bares/trabalhos que acabam
descontando o descontentamento de saírem dali e mau suportarem a si mesmas, que
te tratam tão mau, atendendo “bois” e garanto, das minhas últimas experiências,
não tem valido a pena... um dia vai ter o post: “A não beleza de ser mau
atendido em BH!”
A solidão passeia na noite, mesmo em
cama cheia... e quando chega nesse ponto eu te digo, está na hora de ver de
quem tem gostado mais. Porque abrir mão da solidão é um ato covarde, um ponto
no universo que te cobra seriamente depois, afinal: você não quis crescer.
Tentar fugir? Já pensei inúmeras vezes.
Tentar ignorá-la? Impossível. Solidão é coisa de quem tem poesia na alma e
brilho no olhar... estar só signifique, quem sabe, estar acompanhado.
E não se queixe caso a belezura do seu
iPod não tocar, até os “mais belos” se sentem só!














