quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Sobre relapsidade, e outros "mimimis"

Quem não presenciou um momento relapso, que atire a primeira pedra.



Você quando está realmente disposto a prosseguir com uma ficada, um encontro, uma pegada que seja, se gostou da pessoa, e quer conhecê-la melhor, tomaria quais tipos de atitude???

 Podemos citar algumas que seriam óbvias nesse caso, como: encontrar-se naquela tarde de terça-feira, só pra tomar um café e jogar conversa fora, ou simplesmente ficar numa praça sentados num banquinho, abraçados e conversando sobre aleatoriedades da vida. Fariam de coisas simples como essas a sair numa sexta a noite pra jantar e tomar vinho, ou pra dançar, mesmo que não saibam.
Você ligaria algumas vezes, mandaria uma mensagem ou outra, mostraria que está ali, e está realmente a fim de levar a frente, eu diria, esse começo de relação.
Né?


 Bom, isso tudo seria possível, se não houvesse a nossa querida relapsidade solta por aí. Na realidade o que realmente é incomodo, é esse hábito que a maioria das pessoas tem atualmente de falar de “gostar” de alguém, ou da companhia de alguém, mas não perpetuar essas palavras nas atitudes. Por que falar que gosta é level easy, quero ver onde está a disposição de sair, encontrar, ligar, dar sinal de vida, mostrar que não são só meros “mimimis”. Aí complica. E pros relapsos (ou indecisos, ou medrosos) de plantão, complica mais ainda. Daí vem as cobranças do outro lado, e o relapso fica encurralado.

Não adianta ter um colapso, quando é você que está de "mimimi"!

A realidade é a seguinte:
 Se realmente não está disposto a se esforçar um pouquinho que seja no começo, saia logo de cena. Não, eu não estou sendo dura nem cruel. Estou sendo sincera. Pra que ficar iludindo a outra pessoa com palavras, sendo que não é capaz de cumpri-las?

 Não, ninguém tem obrigação de fazer ninguém feliz, e também não tem obrigação de ser presente na vida de ninguém se não tem real interesse nisso. Mas tem obrigação de jogar limpo, se não joga limpo consigo mesmo, pelo menos com os outros, que não têm obrigação de ficar aguentando a sua indecisão, ou relapsidade, ou mimimi, como preferir.
Deixe claro o seu real interesse e sua disposição. Se não tem disposição pra relacionamentos no momento, fale, é melhor pros dois lados. Curta sua vida da sua forma, e libere a pessoa dessa quizumba, por que ninguém merece estar preso a algo sem perspectiva alguma, 
achando que aquilo é alguma coisa.





 Não sei o porquê desse tipo de comportamento, alguns têm medo de se relacionar por N motivos, outros não querem realmente se relacionar com alguém (o que não é errado, é uma escolha a que todos têm direito), outros são realmente indecisos (não vejo qual a dificuldade de saber o que quer, mas tudo bem). Mas vamos começar a perceber como nos portamos diante da situação de um possível início de relacionamento, por que estamos lidando com pessoas e com os sentimentos delas, e ser sincero também não mata.

Não exija dos outros o que você mesmo não oferece. FICADICA

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