quinta-feira, 27 de setembro de 2012

F U T I L I D A D E (será?!?)


Adoro quando as pessoas possuem uma coisinha chamada "pré conceito". Como ele vem antes do fato em si é ótimo para pessoas que não gostam de pensar. Porque pensar gasta tempo, gasta energia e dá fome... Mas nem todos querem comer.







Queremos padronizar ou estereotipar tudo e todos?  Nos confundimos em meio tantas opções que nem sabemos mais distinguir pesos e valores?




Para tentar entender vou exemplificar algumas coisas. Existe a pessoa X e a pessoa Y. A pessoa X gosta de estudar cinema, fotografia, artes, história, filosofia e assim por diante. Já a pessoa Y gosta mesmo é de um bom livro de matemática, física, engenharia, informática etc.

Pergunta, quem é mais inteligente? Ou até mesmo, quem é o mais fútil? Pode ser também, quem se dedica mais?

Difícil responder não é? Difícil porque dei exemplos aonde para a maioria aqui é fácil fazer um “julgamento de valores” e ser racional de saber que tanto o X quanto o Y exercem papéis diferentes, mas de igual importância social.

Agora vamos a outro exemplo. A pessoa X, agora curti malhar, gosta mesmo de um show de Axé, adora carros, baladas, possivelmente estudante de um curso superior interessante, como Medicina. E o Y é um nerd (homenagem a Ju Liana), ama de paixão ficção científica, Jornada nas Estrelas é com ele mesmo e estuda Ciência da Computação.

Faço as mesmas perguntas que fiz anteriormente. 

Foi mais fácil ou mais difícil reponde-las?






Se sua resposta foi sim, de ter sido mais fácil, eu sinto em lhe informar que futilidade é na verdade discriminação. Afinal, ninguém é obrigado a andar, ou falar ou gostar de ninguém. Somos livres para escolher, é escolher! Escolher o melhor no seu ponto de vista, escolher o seu interesse, sim, o que te interessa aprender, ouvir, comprar!... Ou vocês acham que consumismo é privilégio de quem é “fútil”!?

Vou dividir com vocês mais um ponto de vista sobre futilidade antes de ir embora...

Foi aqui em casa na terça a tarde, um grande amigo estava comigo e surgiu este assunto, veio da parte dele e achei incrível, pois estou pensando nesse texto tem uns dias.

Voltando... Ele me disse que fútil é quem ganha um salário de R$ 600,00 e compra uma bolsa de R$ 400,00 de duas vezes. Será? Nesse caso eu acho que isso se chama ignorância, uma pessoa que recebe esse salário se preocupar com uma bolsa desse valor, possivelmente nem saberá como usá-la. Ela só é mais uma filha do nosso Brasil! (Plim Plim!)





Aqui estou certa de que a futilidade está mesmo é em ter:  C O P A   D O   M U N DO  com o país precisando antes de tudo de   E D U C A Ç  Ã O.









Racionalizar o fútil, passar por discriminações e até por surpresas positivas (claro que também acontecem), é tão complexo quanto contar o número de grãos de areia numa caixa de sapatos.


O que me deixa curiosa, me faz bem, feliz, não necessariamente seja o que você enxerga como importante e relevante. Relaxa, nem precisa se preocupar, todos escolhemos e somos escolhidos em nossas “futilidades". Pense nisso! 

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