segunda-feira, 4 de março de 2013

Se chorei ou se sorri...

Dos amores possíveis e impossíveis que cercam nossas vidas, os que mais nos marcam são aqueles em que você toma uma trauletada bem tomada só pra [des]acreditar do amor!

Quantas e quantas vezes caímos nas armadilhas do órgão mais besta que existe no corpo.
E aí? Optar pela razão ou pela emoção?
Há quem diga que o essencial é saber dosar bem os dois, mas convenhamos que ninguém consegue fazer isso, por mais preparado que se diga estar.
Das cervejas, Vodcas, e tantos outros drinks que já brindei a mim e a ti, todos foram indigestos!
Aí a vida resolveu tomar outro rumo, e eu resolvi tomar outras cervejas, Vodcas, e vários outros drinks, e brindar a mim, somente a mim!
Egoísmo puro? Por que não?





Amar com a necessidade de ser amado é como fazer um trabalho voluntário e pedir um favor em troca!
Das noites mal dormidas?
Aaaaaaaaahhhh...essas foram muitas, incontáveis.
E concordo com o sábio filósofo que disse:


 “Cerveja deveria ser como os problemas: Aparecer do nada!”




Me perdi por algum tempo. Até que cansei de procurar o caminho de volta, e resolvi começar do zero muitas coisas as quais eu pensei em abdicar.
Então, se chorei ou se sorri, o importante é que me fodi e aprendi!


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