quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O improvável aconteceu, o impossível é meu.

Veja bem, você não é mais meu bem.
Foram ótimas as horas ganhas ou perdidas embaixo dos seus cobertores super confortáveis e foi divertidíssimo contemplar a vista do seu apartamento.

Eu adorei comer seus pratos improvisados, sempre acompanhados de longas conversas e com as camisas brancas que sempre me emprestava.
Foi bom ver sua tela em processo de pintura, nas cores quentes que davam aquele ar sacana ao apagar a luz do seu quarto.
Suas mensagens me fizeram rir por alguns segundos, e trouxeram momentos divertidos quando um de nós não decidia enrolar o outro e acabava em pizza, funghi, vinho e álbum de fotos lindas do mundo inteiro que você resolvia compartilhar comigo, assim como sua personalidade.





Mas, querido, agora eu tenho endereço fixo, e dessa vez não vou sorrir pelas suas sms ou tentar vê-lo como fazia antes. Claro, a gente pode continuar se vendo, continuar se gostando, mas não da forma livre e sem restrições com a qual nos acostumamos com o passar do tempo.

O improvável aconteceu, o impossível é meu.

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